Guanambi · Bahia

Consultoria de IA em Guanambi — dentro da sua operação, não por videochamada

Eu moro aqui. Se a sua empresa fica em Guanambi, eu estou no seu galpão hoje à tarde. O que eu instalo é agente de IA executando dentro do sistema que você já tem — lê o pedido, confere, lança e avisa quando trava —, para tirar hora de gente e retrabalho do custo. Atendo agro, distribuição, atacado, varejo e clínicas de R$ 3 a 50 milhões de faturamento e 20 a 150 funcionários. Projetos de R$ 6.000 a 60.000.

  • Base Guanambi-BA
  • Visita mesmo dia, na cidade
  • Faixa R$ 6.000 – 60.000

O que é consultoria de IA em Guanambi, na prática?

É pegar um processo que já roda na sua empresa — pedido de rota, romaneio, estoque, faturamento, cobrança, agenda — medir onde ele perde dinheiro e pôr um agente para executá-lo: ele abre o sistema, lê o documento, aplica a sua regra, lança e chama gente só na exceção. Não é comprar ferramenta. E aqui é feito com o consultor dentro do galpão, não numa sala de reunião.

O trabalho tem três camadas: medir o processo como ele é de verdade, tirar o retrabalho manual do meio e deixar o número visível para o dono cobrar. Nessa ordem. Automatizar antes de medir só faz o erro acontecer mais rápido e em maior volume.

Por que uma empresa de Guanambi precisa disso?

Porque Guanambi é polo regional do Sudoeste da Bahia: o comércio, a distribuição e os serviços daqui abastecem os municípios do entorno. Uma distribuidora daqui não vende só para a cidade — ela roda rota em dezenas de municípios, com prazo, frete e política de preço diferentes em cada uma.

O padrão se repete em quase toda empresa que eu visito aqui. Ela cresceu junto com a região, o ERP continuou o mesmo, e uma planilha foi crescendo do lado dele para cobrir o que o sistema não faz. A margem some exatamente entre os dois.

Aí o dono descobre o resultado do mês no dia 15 do mês seguinte. Tarde demais para corrigir preço, para renegociar com fornecedor e para segurar uma quebra que já saiu do caixa.

  • Candiba
  • Pindaí
  • Igaporã
  • Urandi
  • Caetité
  • Palmas de Monte Alto
  • Sebastião Laranjeiras
  • Riacho de Santana
  • Matina
  • Iuiú

Quais setores eu atendo em Guanambi?

Quatro dominam por aqui: agro e agroindústria, distribuição e atacado, varejo (loja própria e multi-loja) e serviços de saúde — clínicas e redes de consultório. São os que crescem junto com a região e os que mais perdem margem em processo manual.

A tabela abaixo é onde a margem costuma vazar em cada um, e por onde eu começaria. Não é diagnóstico da sua empresa: é o padrão do setor, e o Diagnóstico Express existe justamente para trocar esse padrão pelos seus números.

Os quatro setores fortes em Guanambi, onde a margem vaza e por onde eu começo.
Setor Onde a margem costuma vazar Por onde eu começo
Agro e agroindústria Peso e classificação anotados fora do sistema; perda entre recebimento e nota; custo por safra que só fecha no fim. Camada de dados + painel — R$ 25.000 – 50.000, 4 a 8 semanas
Distribuição e atacado Pedido de rota digitado duas vezes; desconto fora da política na mão do vendedor; devolução que só aparece no fechamento. Automação de processo — R$ 18.000 – 35.000, 3 a 6 semanas
Varejo e multi-loja Ruptura no item que gira; inventário divergente entre loja e sistema; margem por loja que ninguém compara na segunda. Diagnóstico Express — R$ 6.000 – 12.000, 1 a 2 semanas
Serviços de saúde Falta sem confirmação e buraco na agenda; glosa de convênio sem ninguém acompanhando; recepção respondendo WhatsApp na mão. Automação de processo — R$ 18.000 – 35.000, 3 a 6 semanas

O que significa atendimento presencial em Guanambi?

Significa que eu chego na sua empresa no mesmo dia, quantas vezes o projeto pedir, e sem custo de deslocamento na proposta. Eu ando no galpão, na expedição, na câmara fria, na loja e na recepção — e sento ao lado de quem executa, não de quem descreve.

Quem executa é o conferente, a faturista, o vendedor de rota, a recepcionista. São eles que sabem onde o sistema é contornado. Uma call de uma hora com a diretoria nunca me deu essa informação; meia hora em pé na expedição, sempre.

Raio de atendimento com base em Guanambi — o compromisso é em dias, não em quilômetros.
Onde Como eu atendo
Guanambi Visita no mesmo dia, quantas vezes o projeto pedir
Municípios do entorno (Candiba, Pindaí, Igaporã, Urandi, Caetité, Palmas de Monte Alto, Sebastião Laranjeiras, Riacho de Santana, Matina, Iuiú) De carro, no mesmo dia ou no dia seguinte
Bom Jesus da Lapa, Brumado, Vitória da Conquista, Barreiras 1 a 2 dias presenciais por fase do projeto
Salvador e Feira de Santana Presencial nos marcos: início, virada e entrega
Resto do Brasil Remoto, com o mesmo método e a mesma faixa de preço

O presencial existe por causa da primeira semana do projeto, a fase PLANTA: eu cronometro a tarefa com quem executa, conto quantas vezes o mesmo dado é redigitado e escrevo a exceção que nunca chega na reunião. Essa exceção vira regra escrita — e é a regra que o agente vai executar sozinho depois, dentro do seu sistema.

Errar essa semana é construir a coisa errada pelas 3 a 8 seguintes. Por isso ela roda no galpão e não em call. E quem senta com você é quem faz o trabalho: não tem camada nenhuma entre nós dois.

O que eu encontro andando na operação e não aparece na planilha?

Cinco coisas, quase sempre as mesmas — e nenhuma delas está no ERP. Todas custam dinheiro todo mês. É por isso que a primeira semana de qualquer projeto meu em Guanambi roda dentro da empresa, e não em reunião.

  1. O caderno paralelo. Alguém anota a lápis o que o sistema não aceita. Na hora do aperto, é o caderno que a operação obedece — não a tela.
  2. A planilha do meio. Sai do ERP, passa por abas com fórmula antiga e volta digitada à mão. Cada passagem manual é um erro que ninguém audita.
  3. O WhatsApp que virou o sistema. Pedido, liberação de crédito e cobrança passam por conversa. Quando some a conversa, some a informação.
  4. A tabela de preço colada no monitor. Ela vale mais que a política de desconto do ERP — e está desatualizada desde a última mudança de custo.
  5. A pessoa que é o processo. Uma pessoa sabe fazer. Quando ela tira férias, a área para. Isso não é lealdade: é risco operacional sem backup.

Nada disso aparece numa videochamada. Aparece em pé, no corredor, perguntando três vezes a mesma coisa: “e quando dá errado, o que você faz?”.

Quanto custa uma consultoria de IA em Guanambi?

De R$ 6.000 a R$ 60.000 por projeto, mais acompanhamento mensal de R$ 3.500 a 9.000. São os mesmos valores de qualquer cidade que eu atendo: morar aqui não encarece nem barateia o projeto — tira o deslocamento da conta e encurta o tempo de resposta.

Preços e prazos
Serviço Preço Prazo
Diagnóstico Express R$ 6.000 – 12.000 1 a 2 semanas
Automação de processo (1 área) R$ 18.000 – 35.000 3 a 6 semanas
Projeto completo (2 a 3 áreas) R$ 35.000 – 60.000 6 a 10 semanas
Camada de dados + painel de gestão R$ 25.000 – 50.000 4 a 8 semanas
Acompanhamento mensal R$ 3.500 – 9.000/mês contínuo
O que muda o preço: quantos sistemas precisam conversar entre si, como estão os seus dados hoje, e quantas áreas entram no escopo. O valor do diagnóstico abate no projeto se você seguir comigo.

Todo mundo entra pelo Diagnóstico Express (R$ 6.000 – 12.000, 1 a 2 semanas). Ele mede onde a margem vaza e termina com a faixa e o prazo do projeto fechados. Se você seguir comigo, o valor dele abate no projeto.

A faixa é fechada antes de começar e não muda sem você aprovar. Se o caso não for meu, eu digo na primeira conversa e falo o que eu faria no seu lugar.

Agência local, freelancer de automação ou consultoria: qual a diferença?

As três te entregam ferramenta. Agência entrega tela, freelancer entrega fluxo, chatbot por assinatura entrega mensalidade de R$ 99. Nenhuma das três mede o seu processo antes de mexer nele — e essa é a diferença entre automatizar e automatizar o erro.

O que muda entre as opções que você tem em Guanambi.
O que você compara Agência local ou freelancer Chatbot por assinatura Consultoria comigo
Mede o processo antes de mexer Não Não Sim — método Six Sigma Black Belt
Quem senta com você Atendimento ou gerente de conta Ninguém: é autoatendimento Eu — quem faz é quem conversa
Presença em Guanambi Varia Nenhuma Base na cidade, visita no mesmo dia
Escala de operação já rodada Sites e fluxos Modelo pronto para todo mundo Projetos de automação e indicadores dentro de programa global: 300+ gestores, 4 regiões
Preço Orçamento por peça R$ 99/mês R$ 6.000 – 60.000, faixa fechada antes

Por que alguém com esse currículo atende empresa de Guanambi?

Porque é aqui que eu moro — e porque a assimetria é o ponto. Hoje sou Gestor de IA & Operações na Growmodo, empresa de tecnologia alemã: os sistemas de IA que eu construo rodam em produção todo dia. Antes disso, na Cargill, eu liderei projetos de automação e de indicadores de gestão dentro de um programa de excelência operacional que apoiou mais de 300 gestores em 4 regiões do mundo.

É método grande demais para um projeto de R$ 18.000 a 35.000. Exatamente por isso ele sai bem feito no seu galpão.

Perguntas frequentes sobre consultoria de IA em Guanambi

Você atende presencialmente em Guanambi?

Atendo, e presencial é o padrão aqui — eu moro em Guanambi. Dentro da cidade eu vou até a sua empresa no mesmo dia, quantas vezes o projeto pedir, sem custo de deslocamento na proposta. A primeira semana de qualquer projeto meu roda dentro da operação: galpão, expedição, loja, recepção.

Quais cidades da região você atende?

Candiba, Pindaí, Igaporã, Urandi, Caetité, Palmas de Monte Alto, Sebastião Laranjeiras, Riacho de Santana, Matina e Iuiú eu atendo de carro, no mesmo dia ou no dia seguinte. Bom Jesus da Lapa, Brumado, Vitória da Conquista e Barreiras entram como 1 a 2 dias presenciais por fase do projeto. Salvador e Feira de Santana, presencial nos marcos. Resto do Brasil, remoto.

Quanto custa uma consultoria de IA em Guanambi?

De R$ 6.000 a R$ 60.000 por projeto, mais acompanhamento mensal de R$ 3.500 a 9.000. O Diagnóstico Express custa R$ 6.000 a 12.000 e leva 1 a 2 semanas. Os valores são os mesmos de qualquer cidade que eu atendo: morar aqui não muda o preço, muda o tempo de resposta e tira o deslocamento da conta.

Minha empresa fatura R$ 8 milhões e tem 30 funcionários. É pequena demais?

É o meio exato da faixa que eu atendo: R$ 3 a 50 milhões de faturamento e 20 a 150 funcionários. Abaixo de R$ 3 milhões o projeto raramente se paga e eu digo isso na primeira conversa. Acima de R$ 50 milhões normalmente já existe um time interno, e aí o meu papel muda.

Preciso trocar o meu ERP?

Não. Eu trabalho em cima do que já está na sua casa — ERP, planilha, WhatsApp, caderno da expedição. Trocar de sistema no meio do caminho custa caro e quase nunca é o gargalo. Se em algum ponto a troca for mesmo o problema, eu mostro o número que sustenta isso antes de você gastar.

Minha operação é agro e o pico é a safra. Dá para fazer o projeto?

Dá. As semanas de campo ficam fora do pico e a virada entra depois do período mais pesado. O escopo, a faixa e o calendário são fechados antes de começar, então as datas entram na proposta e não mudam sem você aprovar. Automação de processo leva 3 a 6 semanas; camada de dados e painel, 4 a 8.

Não entendo nada de tecnologia. Isso trava o projeto?

Não trava — essa parte é minha. Você fala do seu negócio na sua língua: rota, romaneio, quebra, glosa, ruptura, prazo do fornecedor. Eu traduzo para processo e para dado, e devolvo em português claro. Quem senta com você é quem faz o trabalho, sem gerente de conta no meio.

Próximo passo

Me chama e eu vou até a sua empresa

30 minutos no telefone para eu entender o que está travando. Se fizer sentido, a próxima conversa é dentro da sua operação, aqui em Guanambi, na mesma semana.

Guanambi e municípios do entorno, presencial no mesmo dia. Bom Jesus da Lapa, Brumado, Vitória da Conquista, Barreiras, Salvador e Feira de Santana, presencial agendado. Todo o Brasil, remoto.

Prefere que eu te chame?

pra eu já chegar preparado na nossa conversa